Quando eu descobri que poetas mentem

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Sinopse

Quando eu descobri que poetas mentem, de Íris Cavalcante, reúne poemas que exploram as complexidades da existência, a condição feminina e as relações entre verdade, ficção e liberdade. Com uma escrita marcada pelo lirismo, pela ironia e pela crítica social, a autora aborda amor, injustiça, misoginia, resistência e autoconhecimento, revelando a força da poesia como expressão de sensibilidade e transformação.

Autoria

Íris Cavalcante

Íris Cavalcante, poeta e escritora, Especialista em Escrita Literária pela FBUNI e MBA em Administração Estratégica pela Unichristus, com algumas publicações independentes. Finalista do Prêmio Jabuti 2018, na categoria poesias.

Leia mais sobre Íris Cavalcante

Descrição completa

Quando eu descobri que poetas mentem, de Íris Cavalcante, é uma obra de poesia brasileira contemporânea que transita entre as experiências da existência, as contradições humanas e a força da palavra como instrumento de resistência. Em versos marcados pela sensibilidade, pela ironia e pela crítica social, a autora transforma vivências pessoais e coletivas em uma reflexão sobre identidade, liberdade, injustiça, amor e a condição feminina.

A obra percorre diferentes momentos da vida, desde a infância e suas inquietações até a maturidade, revelando sentimentos, conflitos e transformações que atravessam a experiência humana. Ao longo dos poemas, a voz poética questiona convenções sociais, relações de poder e discursos que sustentam desigualdades, especialmente aquelas vivenciadas pelas mulheres.

A poesia de Íris Cavalcante não se limita à expressão dos sentimentos. Seus versos também assumem uma dimensão política e social, denunciando a misoginia, as injustiças, a violência e as estruturas que historicamente restringem a autonomia feminina. Poemas como Desordenança, Crime sem castigo, Filhas da mãe e Manifesto revelam uma escrita que confronta o silêncio e reivindica o direito de existir, pensar e expressar-se livremente.

Ao mesmo tempo, Quando eu descobri que poetas mentem abre espaço para o amor, o desejo, a ternura, a memória e as contradições dos relacionamentos humanos. A autora explora os limites entre verdade e ficção, questionando a própria natureza da poesia e sua capacidade de transformar experiências em linguagem.

A experimentação poética constitui outro aspecto marcante da publicação. Íris Cavalcante combina lirismo, linguagem coloquial, jogos de palavras, ironia e recursos visuais para criar diferentes ritmos e possibilidades de interpretação. A palavra aparece não apenas como meio de expressão, mas também como território de disputa, reconstrução e liberdade.

Na apresentação intitulada Divindades da Poesia, a escritora e jornalista Celma Prata, integrante da Academia Cearense de Letras, destaca a força e a autenticidade da voz poética de Íris Cavalcante, reconhecendo em sua escrita uma relação profunda entre sensibilidade, denúncia e resistência.

O livro também propõe uma reflexão sobre o papel da literatura diante das adversidades. Entre perdas, afetos, inconformismos e recomeços, a poesia surge como possibilidade de preservar a ternura e de encontrar novas formas de compreender a existência.

Quando eu descobri que poetas mentem é uma leitura indicada para interessados em poesia brasileira contemporânea, literatura escrita por mulheres, questões de gênero, crítica social e obras que exploram as relações entre linguagem, subjetividade e transformação.

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